Tuesday, October 30, 2001


O que não foi dito não pode ser esquecido
palavras são só palavras
e a verdade depende no que você quer acreditar

Tuesday, August 28, 2001


Babaquice televisiva



É tudo uma babaquice televisiva. Eu não aguento mais, ligar a T.V e ver coisas esdrúxulas, nojentas, apelativas , sem-graças, ridículas, asquerosas, nojentas eu já disse né?
E o foda é que essa porra desse aparelho que fica passando imagens inenterruptamente, esse aparelho vicia. Pode até ser chamado, porque não, de vampiro moderno. Chega todo sedutor e quando você vê, já está pálido, babando, virou um zumbi, seco e sugado por dentro.
Sabe o que eu não aguento. Estes apresentadores puxa-sacos que estão há mais de 20 anos na T.V, sem dar nenhuma contribuição para a humanidade. Eles só sabem babar ovo e falar bem. Não lembro de ter visto, o apresentador em questão, falando mal de alguém. E pior ainda as apresentadoras mumificadas que quando vão falar mal, falam asneira, asneira que exala dos poros. É muita cretinice junto. Essa gente velha toda junta, prova que a T.V vai mal a tempos, a tempos, a tempos.
E essas pegadinhas, que coisas idiotas e apelativas. Dos programas pseudo-humorísticos é melhor nem comentar. É o tipo de coisa que a gente só vê, porque já virou viciado, porque se acostumou.
Eu não consigo assistir a T.V e não reclamar, cada frase que se fala, cada imagem que se passa, merece um grito de raiva meu. Porcaria! Bosta!
A gente podia fazer que nem o movimento ludista, pegar uma marreta e destruir todos os aparelhos televisivos da face da terra, mas novamente não ia adiantar nada, as pessoas iam sentir falata e compra T.Vs novas e dar mais dinheiro para a indústria.
O jeito é desligar a T.V e pegar um livro para ler. Paulo Coelho não né! Por favor. Nem Henry Potter! Nem auto-ajuda! Que tal revista de sacanagem, pelo menos sua cabeça fica um pouco mais pervertida!
Esse lance de apagão que o FHC quer instituir aqui no Brasil, quem sabe não seja uma boa idéia. Já sei, não vamos mais economizar energia, aí nossas luzes serão cortadas e quem sabe com a televisão apagada a gente volte a pensar, discutir, brincar, conversar! Romãntico isso não!
É isso aí, viva ao apagão! Só ele pode ser a solução!
Existem coisas boas na T.V também, mas dessas eu não vou falar porque não adinata. Ninguém vai assitir, nem eu assisto!

Monday, June 11, 2001

O Brasil agora é o país do tênis


Quem disse que não chegaríamos ao 1° mundo? Chegamos através do esporte, afinal, tênis é uma atividade esportiva praticada pelas elites, por países como a França, EUA, Espanha e muitos outros. E agora pelo Brasil também. Estamos avançando. Dá-lhe Guga!
Que futebol que nada! Tênis é muito mais chique.
Não se esqueçam, isto é uma crítica.

Friday, June 01, 2001

Semana "Estado" de Jornalismo


Ao ingressar na faculdade de jornalismo, seja ela qual for, o aluno tem a doce ilusão de que trabalhar em grandes veículos de comunicação é a glória.
Com o tempo (não mais que um ano), ele perceberá (na maioria dos casos) que isso realmente não é o melhor jornalismo que se pode praticar.
Na semana do Estadão, profissionais que se dispuseram a dar palestras, retifico-me, contar sua vida, mostraram-se superficiais demais. E onde trabalhavam? Época, Isto É, Estadão... Veículos que têm um grande número de leitores e um grande nome no mercado.

Um jornalismo do porte Globo e Veja, sem análises críticas dos fatos e tendenciosas não é o que almeja um jornalista com o mínimo de princípios éticos.
A Semana deixou a desejar, porque não mostrou o jornalismo como ele realmente é. Ficou na mesmice, e com a velha idealização de ser apenas uma carreira bonita.
A realidade não é bonita. Ela deve ser contada para todos sem enganação. Jornalistas são formadores de opinião. E isso é sério.
Uma Semana que poderia ser interessante não correspondeu às expectativas da maioria dos alunos. Esta foi uma frustrada oportunidade para expor e discutir idéias sobre o jornalismo vigente e futuro.
À aqueles que consideraram-na boa ou ótima, é lamentável. No futuro próximo será este também que farão parte desta corja de jornalistas medíocres que obedecerão, ou por ingenuidade, ou por ambiciosidade, o "grande" jornal em que trabalharão.
Á questão não é desistir de fazer parte da grande imprensa. A questão é trabalhar num grande jornal dignamente.
Como o Arbex (Caros Amigos) refletiu numa palestra: Um jornal/ veículo faz parte de uma empresa que se interessa em vender seu produto e lucrar com isso. Isso não significa que exista jornalistas escrevendo somente o que interessa ao dono do jornal. É obrigatório ter alguém competente o suficiente para mostrar a verdade "nua e crua". Porque existe também o público que exige essa posição. Notícias alienadas demais perdem a credibilidade.
A preocupação do jornal em dedicar esse espaço para os estudantes é válida, bem como seus prêmios.
Mas, realmente faltou pessoas com fortes argumentações e praticantes apaixonados intensivos pela profissão.

ACM toca trombone e ofende inteligência dos brasileiros



Depois de exaltar sua moralidade imaculada na Câmara do Senado, Antônio Carlos Magalhães é recebido com festa na Bahia.
Parece que o coronel não foi obrigado a se retirar. Parece que ele não estava a beira do abismo. Parece que ele saiu, porque estava cansado e queria dar uma chance ao filho. Parece que o povo baiano se resume a essa corja de puxa-sacos corporativistas que só veêm o próprio umbigo. Parece que não houve passeata contra o imperador de cabeça branca, não porque não houve divulgação, mas sim porque, o ato de defender ACM é tão repugnante, que cala qualquer outro. Parece que a estupidez tomou conta do universo, mas isto parece faz tempo. Parece que nada houve e nada haverá (Isto não parece, isto é). Parece que o governo da Bahia é dele mesmo, e ele fará o mehor para o povo baiano, desde que seu poder não seja ameaçado. Parece que tudo não passou de um prazer fulgás e, não passou mesmo. Parece que ACM nos fez de idiota. Parece que os senadores nos fizeram de idiota. Parece que ACM quer dizer Adoro Contar Mentiras. E parece que nos adoramos acreditar nelas. Parece que o que parece não é, ou os outros não deixam ser.

Thursday, May 31, 2001

teste

Tuesday, May 22, 2001

Fechem o C.A.


Deixem eu explicar antes que atirem as pedras. Depois do debate entre as Chapas Sinergia 2005 e Chapa 2, na sexta-feira passada, ficou claro o que já era óbvio: o C.A. Benevides Paixão não tem diálogo com a diretoria da faculdade. Que eles sejam contra a política gerencial do professor Norval e Cia., é plenamente compreensível. Mas enquanto Centro Acadêmico, que representa TODOS os alunos de jornalismo e publicidade, o C.A. jamais deve fechar os canais de comunicação com o órgão máximo da faculdade. Se isso ocorrer, o C.A perde sua função que é de reivindicar em nome dos alunos e não precisa mais existir, concordam?
Não sou nem de longe a favor do fechamento do C.A., mas faço essa crítica construtiva: ou o C.A. aprende a ser político com uma administração política, ou ele vai fazer barulho à toa.

A trajetória de um humorista de péssimo gosto



Não quero fazer propaganda desse cara, mas é inevitável. Ele salta aos olhos com seu cinismo e enoja a todos. É impossível não falar dele.
João Kleber, quem não lembra deste indivíduo, fazendo imitações pouco convincentes e contando piadinhas sem graças no Domingão do Faustão ( outro toscão vendido ao sistema). Eu lembro, e bem de que sentia pena dele, por achá-lo incompetente em sua arte.
Então ao decidir fazer esse texto, pensei bem, devo criticá-lo por fazer um programa cruel e nojento?, não para as pessoas que vão lá, que com certeza levam um dinheiro, mas para mim, que de vez em quando sou obrigado a ver a cara e ouvir a voz desse indivíduo na minha casa.
Mas pensando bem! De quem é a culpa? João Kleber, Sérgio Malandro e Cia. têm em comum o fato de não serem talentosos e de serem persistentes, talvez por não saberem fazer outra coisa na vida. A T.V segrega e reintegra, segrega por 2 motivos: falta de talento e falta de interesse. Reintegra só por um: Você faz o que dá Ibope.
João Kleber só está aí porque seguiu os passos de Gugu, Sílvio Santos, Jô Soares, a celebração da miséria humana, da bizarrice, da hulmilhação alheia. Talvez eles não saibam disso, como a Xuxa não sabe o que causou nas criançinhas. Só a necessidade explica isso. Necessidade e depois o poder. Não há diferença entre esses fantoches e os miseráveis que roubam ou as prostitutas. Todos se degradam para sobreviver.

Monday, May 21, 2001

Campanha contra o desperdício é desperdício


Depois do anúncio do presidente FHC sobre as medidas que serão adotadas para o combate ao desperdício de energia, muitas empresas resolveram aderir vinculando campanhas no rádio e na televisão. Como se já não bastasse todos os erros e mentiras deste governo, querem nos convencer de que o povo está gastando demais e que a culpa pelo apagão, que começa em julho, é nossa.
Quem privatizou o parque energético do país e não cobrou das consecionárias o mínimo investimento foi o governo.
Essas campanhas são hipócritas, na medida em que se constituem num apoio explícito ao erro. O que realmente precisamos é seriedadade e hidroelétricas.